Os novos Embaixadores da Arquitetura do Porto

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Autor

Livraria Lello

Conhece a Arquitetura do Porto mais vanguardista? 

Da ArchDaily ao New York Times, são estes os novos embaixadores da arquitetura do Porto.

O Porto está repleto de edifícios antigos e com história. Mas começa também a encher-se de construções novas, com vida própria e baseadas em projetos inovadores. A nova geração de arquitetura do Porto merece um olhar atento e ser visitada.

Casa da Música

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A incontornável Casa da Música foi inaugurada em 2005 e, desde cedo, a  sua construção  despertou curiosidade nacional e internacional. Roterdão e Porto foram eleitas em 1998 como Capitais Europeias da Cultura para 2001 e, nessa mesma altura, nasce a ideia de criar uma casa para a música. O projeto deste embaixador da arquitetura do Porto é do arquiteto holandês Rem Koolhaas, que quis dar ao Porto um edifício misterioso, parecido com uma “caixa de surpresas”.

Apesar do atraso na conclusão, a Casa da Música foi inaugurada em 2005, com o New York Times a classifica-la como “uma das mais importantes salas de espetáculos construídas nos últimos 100 anos”. Em 2007, o Instituto Real dos Arquitetos Britânicos atribuiu o seu prémio à Casa da Música pelas suas características dinâmicas e inquietantes.

Edifício da Vodafone

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É considerado o edifício mais estranho da cidade. Em plena Avenida da Boavista, o edifício-sede da Vodafone conquistou muitas atenções do mundo da arquitetura quando foi construído. O projeto é de José António Barbosa e Pedro Guimarães e é um dos mais futuristas da cidade. Composto por betão branco e com linhas geométricas a formar losangos justapostos, parece ter saído de um filme de ficção científica. Lá dentro tem ainda um auditório, refeitório e loja.

Foi eleito Edifício do Ano para a ArchDaily em 2010 na categoria institucional e foi considerado um dos 20 escritórios criativos mais surpreendentes do mundo pelo The Cool Hunter.

Closet House

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A Closet House, em Matosinhos, foi construída pela Consexto, com um objetivo muito claro: “dar o máximo de conforto a casas pequenas”, uma necessidade cada vez mais sentida nas grandes cidades. A ideia foi tornar 44 metros quadrados habitáveis e apostaram ao máximo na tecnologia. Está dividida em 5 espaços, sendo dois deles completamente maleáveis graças a uma parede que abre e fecha e está equipada com alguns objetos importante para uma casa (como uma mesa e um roupeiro, por exemplo). Além disso, todos os dispositivos eletrónicos e as luzes são controlados através de um sistema automático, sendo toda a casa energeticamente eficiente.

Em 2010 foi distinguida como Edifício do Ano para a ArchDaily, na categoria Interiores.

Pátio Luso

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Em plena baixa portuense, na Praça Carlos Alberto,  há um edifício reabilitado que é um dos novos embaixadores da arquitetura do Porto. Porquê? Porque o projeto da empresa Miguel Saraiva & Associados para a Porto Vivo resultou na reabilitação urbana do quarteirão Carlos Alberto. A ideia era preservar a vertente histórica e patrimonial mas a proposta acrescentou ainda o Pátio Luso, para habitação e comércio. O Pátio Luso tem 23 apartamentos, entre T0, T1 e T2, ocupando um total de 8 edifícios, ligados entre si. Em comum têm o pátio interior. Os apartamentos são espaços abertos e amplos.

Em 2010 foi um doa 5 finalistas da categoria Reabilitação do prémio Edifício do Ano da Archdaily.